por: Bruno Mancini
Estudo da agência aponta que energia solar espacial poderia se tornar a fonte com menor custo e emissão de CO2 ao longo das próximas décadas
Em 2026, a etiqueta do primeiro encontro é um híbrido de tradição e modernidade. Embora não exista lei fixa, o consenso social evoluiu para evitar o "climão" na hora que o garçom chega com a maquininha na mesa.
A regra de ouro da etiqueta permanece técnica: Quem convida, paga. Se você teve a iniciativa de escolher o restaurante e fazer o convite, a responsabilidade financeira é, por padrão, sua. Esteja preparado para isso.
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O cavalheirismo não morreu, ele é uma estratégia. Pagar a conta no primeiro encontro é lido socialmente como um gesto de cortesia e investimento. Dividir centavos logo de cara pode ser interpretado como falta de interesse real.
A etiqueta feminina exige o "movimento da carteira". Mesmo que o homem vá pagar, é elegante que ela se ofereça para dividir. Isso sinaliza independência, autonomia e prova que ela está ali pela companhia, não pelo "jantar grátis".
Evite o constrangimento na hora H. Se você convidou, escolha um local que caiba no seu bolso sem sofrimento. E, por favor, nada de debates longos ou calculadora na frente do garçom. A leveza do encontro deve durar até a saída.
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A regra de sobrevivência é a prevenção. Independente de quem convidou, ambos devem ter condições de pagar sua parte ou o total. Cartões falham, aplicativos travam e imprevistos acontecem; não dependa da sorte ou do outro.
Quem paga afinal? Se você é homem e convidou, pague. O gesto comunica segurança e proteção. Se ela insistir muito em dividir, aceite como sinal de parceria, mas a iniciativa inicial de assumir a conta ainda é a campeã.