por: Bruno Mancini
Ataque o Problema, não a Pessoa. Substitua ataques à identidade por críticas a comportamentos específicos. Evite o "você sempre" ou "você nunca", que colocam o outro na defensiva e impedem qualquer resolução real.
A Linguagem Silenciosa. Sua postura fala antes da sua boca. Revirar os olhos ou cruzar os braços comunica desprezo e fecha as portas para o diálogo. Mantenha o contato visual suave e o corpo relaxado para mostrar abertura.
A Pausa Biológica. Quando o coração acelera, o cérebro entra em modo de "luta ou fuga", bloqueando a razão. Se sentir que vai explodir, peça 20 minutos de intervalo para a adrenalina baixar antes de retomar o assunto.
Escuta Ativa e Validação. Ouça para compreender o universo do outro, não para preparar sua defesa. Validar o que o parceiro sente ("eu entendo por que isso te magoou") não significa concordar, mas sim respeitar a dor alheia.
O Poder do "Eu me Sinto". Troque acusações por vulnerabilidade. Dizer "Eu me sinto sobrecarregado quando a louça acumula" é muito mais eficaz do que dizer "Você é um preguiçoso". O "eu" comunica necessidade, o "você" comunica culpa.
Limites Inegociáveis. Defina que ofensas, humilhações e gritos são proibidos. Se o respeito for quebrado, a discussão deve ser interrompida imediatamente. Sem segurança emocional, não existe comunicação construtiva.
Como tornar construtivas? Pela Mentalidade de Aliança. A resposta definitiva é entender que vocês não são adversários. O segredo é colocar o problema à frente dos dois e atacá-lo juntos, tratando a harmonia do casal como o prêmio final.