por: Bruno Mancini
Estudo da agência aponta que energia solar espacial poderia se tornar a fonte com menor custo e emissão de CO2 ao longo das próximas décadas
Em 2026, a psicologia alerta: nem toda demora é manipulação. O silêncio muitas vezes reflete sobrecarga mental, ansiedade social ou limites pessoais em um mundo hiperconectado, e não necessariamente falta de afeto.
O verdadeiro "joguinho" tem padrão. Se a demora é matematicamente calculada ou se ela alterna entre ser muito carinhosa e depois sumir sem motivo (quente e fria), é uma estratégia imatura de controle e mistério.
Estudo da agência aponta que energia solar espacial poderia se tornar a fonte com menor custo e emissão de CO2 ao longo das próximas décadas
Atenção ao conteúdo, não só ao relógio. Se ela demora, mas volta com respostas longas, faz perguntas de volta e justifica o sumiço ("Nossa, dia cheio!"), ela tem interesse real, mas a rotina está pesada.
O perigo mora na seca. Respostas monossilábicas ("sim", "legal", "kkk") após horas de espera, sem nunca puxar assunto novo ou tentar remarcar, não são timidez. São sinais claros de desinteresse real e falta de esforço.
Use a Regra da Proporcionalidade. Se ela demora 3 horas, não responda em 3 segundos. Espelhar o ritmo equilibra o investimento emocional e evita que você pareça desesperado ou disponível demais.
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Não pare sua vida por uma notificação. Cobrar atenção ou mandar interrogações só piora a dinâmica. Se a comunicação é sempre um parto difícil, talvez as prioridades e o nível de interesse simplesmente não estejam alinhados.
É joguinho? Só se houver manipulação. Se a demora vem com frieza, é desinteresse. Se vem com carinho e explicação, é apenas vida adulta. O segredo não é cronometrar o tempo, mas avaliar a qualidade da resposta.