Ela mexe no celular durante o encontro. E agora?

por: Bruno Mancini

O smartphone tornou-se o terceiro elemento indesejado nos encontros atuais. Quando o foco dela migra para a tela, o silêncio se instala e a conexão presencial sofre uma interferência que sinaliza queda de interesse.

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Esse comportamento funciona como um termômetro de estímulo. Se o ambiente digital parece mais atraente que a conversa, é um sinal de que o ritmo da interação esfriou e a novidade perdeu espaço para o hábito mecânico.

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Confrontar diretamente ou reclamar é o erro mais comum e fatal. Pedir atenção comunica carência e baixo valor social, fazendo você parecer um competidor desesperado contra as notificações infinitas de uma rede social.

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A psicologia por trás do uso do celular indica busca por dopamina rápida. Se ela recorre ao aparelho, a tensão intelectual diminuiu, e você pode estar sendo lido como alguém previsível demais para manter o foco dela no agora.

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Utilize a estratégia do espelhamento negativo. Se ela se retira para o mundo digital, retire também o seu investimento emocional. Fique relaxado, observe o ambiente ao redor e mostre que sua felicidade não depende da tela dela.

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Mudar o cenário ou o assunto pode resetar a dinâmica. Sugerir um novo local ou simplesmente encerrar o encontro mais cedo do que o previsto comunica, sem palavras, que você tem outras prioridades e não aceita migalhas de atenção.

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O que fazer? Não Dispute Atenção; Retire-a. A resposta definitiva é reduzir seu investimento no ato. Valor percebido cresce quando você não aceita ser a segunda opção de foco; se o interesse caiu, encerre cedo e preserve-se.