por: Bruno Mancini
O Padrão da Crise. O telefone só toca quando o mundo dela desaba. Esse comportamento revela que sua presença é requisitada exclusivamente para apagar incêndios ou resolver problemas, nunca para partilhar momentos de lazer.
A Relação Utilitarista. Nesse cenário, o apreço não é pela sua pessoa, mas pela sua função. Você deixa de ser um parceiro com sentimentos para se tornar uma ferramenta eficiente que resolve demandas específicas e imediatas.
Você é um Recurso. Seja para suporte financeiro, carona ou ombro amigo, você é visto como um "step". Sua função é suprir uma carência momentânea; resolvida a questão, você volta para a "prateleira" do esquecimento.
A Via de Mão Única. Relações saudáveis vivem de trocas equilibradas. Se a iniciativa de contato parte dela apenas quando há um interesse prático envolvido, a balança da reciprocidade está quebrada e o vínculo é frágil.
O Desgaste da Autoestima. Aceitar passivamente o papel de "socorrista" gera frustração crônica. Com o tempo, isso condiciona você a acreditar que só possui valor quando está servindo ou sendo útil, o que é emocionalmente destrutivo.
O Teste do Lazer. Tente propor um encontro sem benefícios práticos para ela. Se ela evita conversas profundas ou recusa convites que não envolvam favores, fica evidente que o interesse dela é puramente situacional.
O que isso significa? É um Relacionamento de Conveniência. A resposta definitiva é dura: ela não gosta de você, ela gosta do que você faz por ela. Você é um facilitador logístico ou emocional, jamais uma prioridade afetiva.