por: Bruno Mancini
Ouvir essa frase parece uma sentença final, mas é apenas uma leitura superficial baseada em estereótipos iniciais que a mente usa para filtrar o excesso de estímulos e opções disponíveis no cotidiano moderno.
O conceito de "tipo" é uma construção emocional volátil, não um molde de ferro. Muitas pessoas acabam se apaixonando por quem foge totalmente do padrão habitual assim que o estímulo emocional correto é devidamente ativado.
Tentar convencer alguém de que você é uma boa opção é o caminho mais rápido para a rejeição definitiva. O esforço para "vender" qualidades apenas confirma a percepção de baixo valor e a falta de opções da sua parte.
A quebra de padrão é sua ferramenta mais forte. Se ela espera que você seja carente ou insistente após o "não", agir com total desapego e humor cria uma dissonância cognitiva que desperta um interesse súbito e genuíno.
A atração não é uma escolha lógica, mas uma resposta biológica a estímulos de confiança. Quando você para de buscar validação, o cérebro dela começa a reavaliar sua posição na hierarquia social.
Torne-se um "ponto de interrogação". Saia do papel de pretendente previsível e adote uma postura de presença calma e divertida, tratando-a sem pressão, o que remove a resistência defensiva e gera uma curiosidade produtiva.
Como virar o jogo? Alterando o Estímulo Emocional. Pare de tentar se encaixar no "tipo" dela e torne-se um desafio. Ao retirar sua validação e agir com desapego, você ativa a curiosidade e força uma reclassificação mental.