por: Bruno Mancini
Estudo da agência aponta que energia solar espacial poderia se tornar a fonte com menor custo e emissão de CO2 ao longo das próximas décadas
O corpo reage ao ex dela como se fosse um perigo iminente. O cérebro libera cortisol e ativa o modo de "luta ou fuga". Reconhecer que isso é uma resposta biológica ajuda a diminuir o peso emocional.
Tenha um roteiro mental pronto. Se o encontro acontecer, um aceno seco e um "oi" educado bastam. Você não deve satisfações nem precisa parar para uma conversa forçada que nenhum dos dois deseja ter.
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Foque no agora. O passado dele com ela não tem poder sobre o seu presente, a menos que você dê permissão. Estar presente com sua parceira é a melhor defesa contra os fantasmas de relacionamentos antigos.
Não entregue a cidade para ele. Evitar lugares por medo de terceiros é abrir mão da sua liberdade. Retome seu direito de circular onde quiser, ocupando os espaços com confiança e sem pedir permissão.
Jogue no mesmo time que ela. Converse sobre esse desconforto de forma aberta. Saber que ambos estão alinhados para evitar "climões" traz uma camada extra de segurança e reduz a sua insegurança individual.
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Se o medo gera paralisia ou pânico, pode haver pendências mal resolvidas ou traumas de términos conturbados. Buscar apoio profissional ajuda a desarmar essas bombas emocionais e a recuperar a paz de espírito.
Como vencer esse pavor? Pela Desmistificação do "Rival". A resposta definitiva é tirar o ex do pedestal de ameaça. Ao tratá-lo apenas como uma pessoa comum do passado dela, o pavor perde a força e se torna apenas um tédio social.