por: Bruno Mancini
O fantasma dos ex-parceiros. Mencionar o ex é o erro número um. Falar bem sugere que você ainda ama; falar mal sugere que você é rancoroso. Em ambos os casos, sinaliza que você não está emocionalmente disponível para o novo.
O ringue ideológico. Evite transformar a mesa de jantar em um palanque político ou religioso. Esses temas polarizados tendem a gerar debates acalorados e julgamentos precoces antes mesmo de você conhecer a essência da pessoa.
A sessão de terapia gratuita. Ninguém quer sair com uma "nuvem carregada". Despejar reclamações sobre o chefe tóxico, doenças na família ou falta de dinheiro cria uma atmosfera pesada e associa sua imagem a problemas, não a prazer.
O monólogo narcisista. Cuidado para não transformar o encontro em uma palestra sobre suas conquistas. O diálogo é uma via de mão dupla; se você fala por 20 minutos sem fazer uma pergunta sobre o outro, o interesse morre.
A pressão do futuro. Falar sobre casamento, nomes de filhos ou perguntar "por que você ainda está solteiro(a)" soa desesperado e invasivo. O foco deve ser a química do momento presente, sem assinar contratos vitalícios na primeira hora.
A etiqueta digital. O celular na mesa é o terceiro elemento indesejado. Checar notificações constantemente grita "estou entediado" ou "tenho algo melhor para fazer". A presença total e o olho no olho são inegociáveis.
O que não devo falar? O "Triângulo do Desastre": Ex, Tragédias e Cobranças. Evite o passado (ex-namorados), o peso (dívidas/doenças) e a pressão (futuro). Foque na leveza: viagens, hobbies e paixões criam a conexão certa.