por: Bruno Mancini
Estudo da agência aponta que energia solar espacial poderia se tornar a fonte com menor custo e emissão de CO2 ao longo das próximas décadas
O Diagnóstico é Química. O tremor não é doença, é biologia. Segundo especialistas, é o sistema nervoso reagindo à antecipação e ao desejo intenso. É a prova física de que a presença dela causa um impacto real em você.
A Armadilha da Resistência. Tentar esconder o tremor só aumenta a ansiedade. Se você força os músculos para pararem, eles tensionam mais. Se ela notar, use a honestidade a seu favor: "Você me deixa nervoso" soa como um elogio.
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O Resgate pela Respiração. O tremor geralmente vem de uma respiração curta (modo de luta ou fuga). Pratique a respiração diafragmática: inspire fundo pelo nariz e solte devagar pela boca para avisar ao cérebro que você está seguro.
Estabilização pelo Contato. A física ajuda. Em vez de se afastar para esconder a mão trêmula, aproxime-se. Um abraço apertado ou segurar a mão dela com pressão firme ajuda a descarregar a tensão elétrica acumulada nos músculos.
Gatilhos Invisíveis. Avalie o pré-encontro. Excesso de café, energéticos ou estimulantes potencializam a resposta nervosa. O medo de falhar ou a expectativa exagerada também disparam a adrenalina antes da hora.
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Duração do Sintoma. Isso é comum no início, quando a incerteza reina. Se persiste mesmo com intimidade, pode indicar ansiedade social. Porém, na maioria das vezes, é apenas o corpo não sabendo lidar com tanta dopamina.
O que fazer na hora H? Transformar vulnerabilidade em conexão. A resposta definitiva é não lutar contra o sintoma. Aceite o tremor, respire fundo e use o contato físico firme para "aterrar" a energia. O tremor passa quando você para de ter medo dele.